Manifesto

“Somos inconscientemente vitimas da mídia, constantemente expostos à valores estéticos limitados e por vezes irreais. Tentamos nos encaixar e quando não conseguimos nos frustramos, dando inicio a um processo de corrosão de nossa auto-estima.
Ha três anos comecei a publicar fotos nu em meu antigo tumblr. Além de eu ser o modelo mais acessível para dar vida aos meus projetos, expor meu corpo é como uma “terapia de choque” para minha auto-estima. Não importa o seu biotipo, sempre haverá alguém que te acha atraente e alguém que te acha feio. É uma questão de preferencia individual. Não podemos agradar a todos.
Entre críticas e elogios comecei a ver que não era o monstro que a mídia me fez pensar ser. Aprendi a lidar com o tamanho das minhas orelhas, minhas coxas grossas, minha pele áspera meus braços finos e meus testículos pequenos. Mesmo depois de tantas fotos expondo meu corpo e melhorando minha auto-aceitação, minha barriga ainda me incomodava. Mas acho que chegou a hora transcender o pudor e me aceitar por completo.
Não sou mais bonito e nem mais feio. Sou diferente.
Não tenho qualidade nem defeitos. Tenho características.
Assim como todos.”

“We are unconsciously victims of the media, constantly exposed to limited and unrealistic aesthetic values. We try to “fit in” and when we fail, we get frustrated, starting a self-esteem corrosion process.
Three years ago I’ve started to publish nudes in my tumblr. Besides I be the most accessible model to give life to my projects, expose my body is like a therapy to my self-steem. No matter what’s your body type, there will always be someone who thinks you’re attractive and someone who thinks you’re ugly. It is a matter of individual preference. We can’t please everyone.
Among criticisms and compliments I’ve started to see that I wasn’t the monster that the media made me think I was. I’ve learned how to face my ears size, my thick thighs, my rough skin, my thin arms and my small testicles. Even after so many pictures exposing my body and improving my self-acceptance, my belly still made me feel bad about myself. It’s time to go beyond the shame and accept myself through and through.
I’m not pretty nor ugly. I’m different.
I haven’t qualities nor defects. I have traits.
As anyone else.”

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2 pensamentos sobre “Manifesto

  1. Pingback: Projeto Viva Caligula celebra o nu como forma de empoderamento – Curitiba Cult

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